REPRODUCAO LARVICULTURA E PRODUCAO DE ALEVINOS DE PEIXES NATIVOS

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REPRODUCAO LARVICULTURA E PRODUCAO DE ALEVINOS DE PEIXES NATIVOS
R$80,00

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Autor: Fernando Kubitza
Editora: AcquaSupre
ISBN: 9788598545103
Ano: 2017
Descrição

Detalhes

Sumário

1. Introdução
2.1 Cuidados na manutenção de reprodutores
2.2 Densidade na estocagem de reprodutores
2.3 Manejo nutricional e alimentar

3. Fisiologia da reprodução aplicada a indução hormonal da ovulação
3.1 Estímulos ambientais e mecanismos hormonais ligados a reprodução
3.2. O hipotálamo, os hormônios liberados de gonadotropina e o stress
3.3 I GnRH estimula a liberação de gonadotropina pela hipófise
3.4 O extrato de hipófise e as gonadotropinas
3.5 A dopamina inibe a liberação de gonadotropinas

4. Seleção dos reprodutores para a indução da ovulação
4.1 Fêmeas
4.2 Machos

5. Tipos e doses de hormônios
5.1 Hormônios naturais
5.2 Gonadotropina obtida de mamíferos
5.3 Compostos antiestrogênicos
5.4 LRHRa e GnRHA (análogos sintéticos)
5.5 Agentes antidopamínicos

6. Desova induzida
6.1 Aplicação dos hormônios
6.2 O conceito de hora-grau
6.3 Desova natura
6.4 Extrusão dos gametas e fecundações artificial

7. Cuidados na incubação dos ovos
7.1 Desenvolvimento embrionário
7.2 Estimativa do número e ovos fecundados e de larvas
7.3 Atenção para a qualidade do ambiente de incubação
7.4 Manutenção da higiene nas incubadoras
7.5 Alimentar ou não as pós-larvas nas incubadoras
7.5.1 Alimentos naturais (organismos vivos)
7.5.2 Dietas preparadas
7.6 Procedimentos para incubação de cistos de artemia e obtenção de náuplios
7.7 Transferência das pós-larvas para os viveiros de larvicultura

8. Fundamentos da larvicultura de peixes nativos
8.1 Definição de larva, pós-larva e alevino
8.2 O alimento natural e o desenvolvimento do trato digestivo das pós-larvas
8.3 Tolerância ambiental pós-larva
8.4 O preparo dos viveiros para a estocagem das pós-larvas
8.4.1 Controle de predadores
8.4.2 Controle de girinos
8.4.3 Proteção contra pássaros e morcegos
8.4.4 Calagem dos viveiros
8.4.5 Enchimento dos viveiros e controle de girinos
8.4.6 Adubação dos viveiros
8.4.7 Adubação inicial
8.4.8 Adubações complementares
8.5 Ajustes na adubação
8.6 Transferência e estocagem das pós-larvas
8.7 Início da alimentação com ração
8.8 Monitoramento da qualidade da água
9. Fatores que reduzem a resistência dos alevinos
9.1 Exposição dos peixes a baixa qualidade de água
9.2 Má nutrição
9.3. Infestações por causa de parasitos e bactérias
9.4 Suspensão dos sólidos durante a despesca
9.5 Reação fisiológica ao estresse
9.6 Ausência de jejum

10. Minimizando o estresse e as perdas de alevinos
10.1 Monitoramento contínuo da qualidade de água
10.2 Minimizando as injúrias durante a despesca
10.3 Adequada nutrição
10.4 Uso de ração fortificada e/ou medicadas antes da despesca
10.5 Tratamentos preventivos antes e após despesca
10.6 Jejum adequado previamente ao transporte
10.7 O uso de sal na água de transporte
10.8 O abaixamento da temperatura com o gelo
10.9 O uso de anestésicos
10.10 Os cuidados nos pós-transporte e adaptação dos alevinos

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